No dia seguinte, mais um coquetel de analgésico, antibiótico e antiinflamatório.
Eu estava tensa, morrendo de medo de sentir aquele mal estar novamente.
O residente pegou na minha mão, que estava gelada e suada, mas era de medo... não de paixão.
Recebí alta e voltei pra casa alegre e saltitante por dentro.
Meu pai alugou muletas, tentei andar mas não conseguí não. Além de meu pé doer quando coloco-o a favor da gravidade, ainda não desenvolví coordenação motora pra andar com dois braços e uma perna.
2 comentários:
depois tem que fazer um visitinha para agradecer os médicos, principalmente o residente, viu? Meus parentes aprenderam com minha vó que isso é muito importante...sempre levam um doce, uma lembrancinha, enfim...
eu não!
ele é quer tem que vir me ver =p
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